Blog complementar de conteúdos que alimentam a página principal da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

Mostrando postagens com marcador pessoas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pessoas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de abril de 2009

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

George Wilson dos Santos Sturaro
gesturaro@hotmail.com

Sou analista de Relações Internacionais e membro do movimento Tibete Livre Brasil. Resido em Porto Alegre, onde curso Mestrado em Relações Internacionais.

Minha trajetória no Dharma iniciou, formalmente, há cerca de três anos, quando visitei, na mesma oportunidade, o Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB) de Viamão, (Rio Grande do Sul) vinculado ao Lama Padma Samten, e o Khadro Ling, em Três Coroas (Rio Grande do Sul), erigido por Sua Eminência Chagdud Tulku Rinpoche. Antes disso, todo o contato que tive com o Dharma foi meramente intelectual, feito de leituras exploratórias, mas muito significativas, como passo inicial. Após a excursão pelos centros de Dharma do Sul, voltei a Curitiba (Paraná), onde então residia, e iniciei práticas Mahayana, no CEBB-Curitiba, também vinculado ao Lama Samten, e Vajrayana, no Chagdud Gompa Dordje Ling, sob as orientações do Lama Rigdizin e da Lama Yeshe. Hoje, em Porto Alegre, faço minhas práticas no Yeshe Ling. Quanto às atividades engajadas, desde meados de 2008, integro a rede Tibete Livre Brasil, como tradutor, colunista e coordenador das atividades no Paraná e no Rio Grande do Sul.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

domingo, 22 de fevereiro de 2009

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

José Marcos Lopes
jmarcoslopes@gmail.com

Meu nome é José Marcos, tenho 36 anos e sou jornalista em Curitiba. Cheguei a esta rede procurando textos de Gary Snider, e foi um prazer encontrá-la. Acredito que cada ser deve procurar seu próprio caminho de iluminação e liberdade, vencendo as ilusões deste mundo. Procuro aplicar o caminho correto em minha vida e venho para aprender mais sobre as nobres práticas.

Saudações a todos, com votos de paz, resistência e não-violência.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

Geralda Lopes de Freitas Xavier (Amor Estável e Profundo do Coração)

geraldaxavier@hotmail.com
sangha.natal@gmail.com


Estou Geralda Lopes de Freitas Xavier . Nasci em terras da Mina Brejuí, município de Currais Novos (Rio Grande do Norte). Hoje moro em Natal.

Trabalhei 27 anos no Banco do Brasil. Foi nessa instituição que tive a feliz oportunidade de me engajar ao “Fome Zero” do saudoso Betinho. Coordenei o Comitê de Cidadania dos funcionários da agência Prudente de Morais até meu último dia de trabalho no banco.

Muitos caminhos me levaram, ou me preparam para a descoberta do Dharma, porém me restringirei ao auspicioso ano de 2004 quando Ani Zamba esteve em Natal e quando os amigos queridos estiveram em Plum Village. Desde então, nutri a vontade de participar do retiro de verão na Vila das Ameixas com o Mestre Thich Nhât Hanh (Thây) lendo os preciosos livros que eles me indicaram, o que se concretizou em 2008.

Naquela Sangha harmoniosa, amável, compassiva e equânime, em um domingo auspicioso, precisamente 20 de julho, tomei os três refúgios e assumi o compromisso de seguir os Cinco Treinamentos para a Plena Consciência, recebendo o nome Amor Estável e Profundo do Coração.

Continuo em contato com a Sangha, através de venerável Phap Son, Mestre muito querido, em nome do querido Thây, que me tem orientado e dado apoio através de e-mails.

Em Natal, todavia, pratico com a comunidade (Sangha) do Budismo Vajrayãna Tibetano, no Chagdud Gonpa Ieshe Tso.

Ofreciendo luz en las Diez Direcciones,

El Buda, el Drama y la Sangha

Ante los que nos inclinamos en gratitud.



Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS


Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo

Olá Budistas Engajados do Brasil!

Tive contato com esse movimento através do Sérgio Castro. Sou praticante e estudioso do Budismo desde 1987, quando tornei-me um adepto da
Nichiren Shoshu em Campinas (São Paulo). Já conhecia essa escola budista desde 1978. Desde aquele tempo, via muitas semelhanças entre certos princípios budistas, saberes pregados há 2.500anos, e princípios da Física Contemporânea surgidos a apenas 100 anos atrás como "grandes descobertas" da ciência. Gosto muito da expressão "descoberta", pois, significa vir à luz algo que sempre esteve ali e que não víamos em razão das impurezas de nossas mentes e demais sentidos.

Então, sou um Físico com Mestrado em Tecnologia Nuclear pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares da Universidade de São Paulo (IPEN/USP), concluído em 1979. Desde então, tenho colecionado escritos sobre reflexões que faço acerca das minhas experiências como físico e o Dharma. Recentemente, no afã de ajudar uma amiga doente terminal, resolvi aprofundar os estudos mergulhando no Sutra de Lótus. Essa busca me levou a uma nova tradução do Sutra de Lótus para o inglês, que eu não conhecia, feita pela
Buddhist Text Translation Society (BTTS) nos Estados Unidos, a partir da tradução de Kumarajiva para o Chinês. Até então, conhecia apenas a tão propalada tradução de Burton Watson, a qual foi traduzida para o português de Portugal por João Rodrigues. Tendo começado em março de 2005, ao ler essa versão da BTTS, sentia uma espécie de encantamento e uma vontade compulsiva de declamá-la em voz alta. Quando cheguei no CAP. 24 "O Bodhisattva Som Maravilhoso", comecei a escrevê-la em nossa tão bela língua pátria, o português do Brasil. Fui até o CAP. 28 "O Encorajamento do Bodhisattva Universalmente Meritório", voltei ao início e concluí o trabalho em março de 2006. Após algumas revisões, enviei a tradução para a BTTS que assim respondeu:

Dear Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo,

Our reader of your translation has informed us that the translation is very well done, the sutra translation is perfect. However, the notes contain errors and are not Master Hua's explanations. Could you mind review and correct them using Master Hua's commentaries?

This will help us a lot.

Sincerely,


Heng Jhuang

Como sou um leigo, concentrei-me no refinamento das notas de rodapé que introduzi na tradução, fazendo ressalvas quanto a autoria das mesmas, uma vez que o original em inglês que utilizara não era comentado. Criei um blog chamado Cristal Perfeito, no endereço
http://muccamargo.wordpress.com, onde passei a publicar essa tradução do Sutra de Lótus e outros trabalhos que, até então, estavam "engavetados" ao longo dos últimos trinta anos. O blog me obriga a manter um esforço constante de correção e refinamento do trabalho de tradução que, de fato, nunca terminará, na medida em que a nossa fé e capacidade para compreender os ditos dourados do Honrado pelo Mundo estão em constante desenvolvimento.

Minha mais pura intenção é contribuir para a realização do trabalho do Buda, cujo objetivo é levar a paz e o conforto aos muitos que sofrem, mas também instruir aqueles muitos Bodhisattvas que buscam a Via na era da maldade profetizada pelo Buda.

Visite:
http://muccamargo.wordpress.com


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

terça-feira, 27 de maio de 2008

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS


Antônio Carlos Rocha (Hakuan)
antoniocpbr@click21.com.br

Dedico-me há 40 anos ao nobre Caminho e publiquei 12 pequenos livros sobre o tema para o grande público. O 11º é a minha dissertação de mestrado na UFRJ: "Zen-Budismo e a Litertura", foi publicado pela editora Madras, de São Paulo, em 2004. O 12º é a minha tese de doutorado, na mesma universidade. O texto, de 235 páginas, encontra-se em formato pdf no site:

www.ciencialit.letras.ufrj.br/trabalhos/2007/antoniocarlospereira_umaleitura.pdf-

O título é "Heidegger e o Sagrado: uma leitura budista".

Sou sacerdote do Budismo Primordial HBS (Honmon Butsuryu Shu, uma das 40 escolas Nichiren), que está completando 100 anos no Brasil, meu nome monástico é Hakuan e ocupo o grau de Gakutô (Auxiliar Sacerdotal). No município do Rio de Janeiro iniciamos um pequeno grupo já há dois anos.

Temos um blog - http://budismoprimordialrio.blogspot.com - onde semanalmente postamos notícias, resenhas de livros e os nossos boletins mensais. Com frequência cito o Ven. Thich Nhat Hanh, a quem muito admiro. Neste blog se pode ler um outro boletim mensal chamado "Adote Uma Árvore", sobre questões ecológicas, que divulga as atividades da Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa, o bairro onde resido.

Aceito de bom grado participar desta Rede de Budistas Engajados, pois é assim que vejo o Darma também, em sua vertente social.

Para saber mais sobre a ordem a qual pertenço, vejam o site www.budismo.com.br (produzido em Curitiba).

Reverências!


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

quarta-feira, 16 de abril de 2008

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

Fabrício César Moura Barbosa
fabricio.cesar@uol.com.br

Nasci na cidade de Água Branca (Piauí) em 17 de agosto de 1975. Minha família passou então a morar em Teresina, a capital do Estado. Sou o caçula de uma família de três filhos. Sou formado em Serviço Social e especialista em Psicopedagogia Clínica. Atualmente trabalho prestando assessoria a um município próximo e como voluntário em comunidades carentes.

Amo tudo que expressa arte: música, poesia, leitura, escrita, desenho, pintura, etc. Gosto de criar. Sou uma pessoa dinâmica e muitas vezes me pego imerso em uma inquietude de sempre fazer mais pelo outro – sem esquecer de mim.

Tenho consciência que devo domar mais minha teimosia, meu “ativismo exagerado”, para poder dar vazão a uma quietude e diálogo interior.

A vida tem me ensinado a aprender com meus erros e a me amar exatamente da forma como sou, consequentemente, isso tem refletido na forma como eu acolho o OUTRO.

Acredito bastante que cada ser humano não está aqui só por simples acaso, mas que todos nós temos uma MISSÃO que envolve antes de tudo uma grande apreciação do exercício da COMPAIXÃO.

Um dos instrumentos que mais utilizo para semear o princípio do AMOR é a palavra, expressa muitas vezes na escuta e mediação das mazelas alheias, acolhendo cada ser que me procura em meu trabalho como uma centelha do DIVINO que existe em cada e que reflete em MIM.

Fui criado em uma família tradicionalmente católica... fui seminarista... mas percebia um vazio em mim... procurei então sair como andarilho dentro de MINHA ESSÊNCIA e descobrir quais as arestas que existiam. Fui percebendo pouco a pouco que Deus se revela de modo bastante particular... principalmente nas pequenas coisas, nos pequenos seres, nos pequenos gestos...

Esse andarilho que há em mim ainda busca, porque essa é uma constância em mim. Tenho descoberto, mesmo que timidamente, que no Budismo sinto mais viva essa acolhida da graça... do início de um DESPERTAR em mim. Tenho muito ainda para trilhar (e que bom) e muito ainda para ser modelado... o passo inicial estou vivendo – PERMITINDO-ME!


Muita paz e luz!


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados:
http://budistasengajados.blogspot.com

segunda-feira, 31 de março de 2008

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

João de Holanda
jholanda@jnnet.com.br

Moro em Ibiraçú (Espírito Santo) onde cheguei recentemente, vindo do Sul de Minas Gerais. Vivo com uma companheira já a vinte e poucos anos, tenho um filho cursando Engenharia de Produção em São Paulo. Trabalhei os últimos oito anos com agricultura orgânica num sítio em São Tomé das Letras. Antes disso, dentre outras atividades, ganhei a vida como editor de imagens em emissoras de TV e Agências de Publicidade em São Paulo.

Fui iniciado no zen budismo em meados de 2001 no antigo dojô de Sensei Coen, no bairro de Pinheiros em São Paulo. O que me trouxe a Ibiraçú foi a busca por um bom professor e a oportunidade de aprofundar meu aprendizado. Venho desenvolvendo atualmente uma parceria com o mosteiro Morro da Vargem na divulgação e revitalização do Centro de Eventos Iko Narasaki.

O que me atraiu no budismo foi a essência libertária e humanista dos seus ensinamentos. A possibilidade de interagir com o mundo de uma forma diferente. De uma forma compassiva, verdadeira, simples, correta, comprometida com a luta para minorar o sofrimento de cada ser. O budismo me torna uma pessoa melhor, que é, (ou deveria ser), no fim das contas o objetivo maior de qualquer religião.

Grande abraço.

Gasshô.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados:
http://budistasengajados.blogspot.com

domingo, 16 de março de 2008

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS


Marilda Quintino Magalh
ães
marimeuris@hotmail.com

Moro em Belo Horizonte, Minas Gerais, sou engenheira agrônoma e atualmente gerencio um programa de Agricultura Urbana e Segurança Alimentar pela Prefeitura de Contagem, na região metropolitana da capital mineira. Sempre trabalhei e me envolvi em atividades ligadas à proteção e promoção dos direitos humanos, principalmente no que se refere aos temas da agroecologia, a agricultura urbana e a agricultura familiar, do direito humano à alimentação e da defesa dos direitos das populações tradicionais. Será um prazer e uma alegria para mim colaborar, na medida das minhas possibilidades, com a Rede Brasileira de Budistas Engajados e com as entidades que dela participam.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados:
http://budistasengajados.blogspot.com

segunda-feira, 10 de março de 2008

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

Afonso Leal
sianis5d@gmail.com

Sou praticante do Budismo Vajrayana Niyngmapa. Aluno da Venerável Bikkuni Ani-La, sou arte-educador há 10 anos e realizo trabalho de educação ambiental através das artes, usando o teatro de bonecos como um recurso lúdico, como forma de incentivar as pessoas a mudar os paradigmas e iniciar uma troca simbiótica com a natureza. Realizo apresentações com temas ecológicos e espiritualistas e oficinas de artes plásticas, cênicas e teatro de bonecos. Desejo ajudar este movimento com as minhas habilidades e aspirações. Que as bênçãos estejam convosco.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

domingo, 30 de setembro de 2007

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

Sávio Raeder
savio.raeder@gmail.com

Vivo na bela cidade litorânea de Niterói (Rio de Janeiro), lugar onde nasci e desenvolvo minhas práticas budistas. Há quase dez anos tenho participado das atividades do Grupo de Estudos Budistas Shunya, que tem como proposta a reflexão livre e coletiva sobre temas de diferentes escolas e linhagens relacionadas aos ensinamentos dos Budas. Dedico-me principalmente às práticas Dzogchen, especialmente àquelas disseminadas por Namkhai Norbu Rimpoche. São igualmente valiosos para mim os ensinamentos proferidos por Lama Padma Samten e cultivados pelos Centros de Estudos Budistas Bodisatva espalhados pelo Brasil.

Sou geógrafo, especialista em Administração Pública e Mestrado em Ordenamento Territorial Urbano pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Desde 2006 trabalho no Observatório de Favelas, organização da sociedade civil dedicada ao desenvolvimento de estudos e projetos nas áreas de Direitos Humanos, Desenvolvimento Sustentável e Comunicação, com foco na superação das desigualdades em espaços populares urbanos.

Considero o engajamento nas lutas pela preservação e ampliação dos direitos das comunidades budistas, e da pessoa humana em geral, uma prática salutar para o desenvolvimento do caminho de Bodisatva, a partir de minhas habilidades e condicionamentos gerados nesta vida. É com grande alegria e gratidão que integro esta Rede que canaliza esforços, principalmente virtuais, de sujeitos de direitos que buscam a preservação da cultura budista em suas mais diferentes escalas geográficas e da dignidade humana em todas as suas dimensões.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

domingo, 9 de setembro de 2007

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

Moisés de Melo Santana
moises75@hotmail.com

Moro atualmente em Recife, Pernambuco. Fui aluno da Ven. Bhikkuni Zamba Chözom (Ani-La) e participei da sangha de Maceió (Alagoas).

Sou professor de Fundamentos da Educação na Universidade Federal Rural de Pernambuco, Doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Tenho um filho de 16 anos e estou casado com Felícia.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

sábado, 8 de setembro de 2007

BUDISMO ENGAJADO - TEXTOS CLÁSSICOS

Economia Budista*
(1966)

Por Ernest Friedrich Schumacher
(Capítulo IV do livro O Negócio é Ser Pequeno:
Um Estudo de Economia que Leva em Conta as Pessoas)

Um "meio de vida correto" é um dos pressupostos estabelecidos pelo Buda para o Nobre Caminho Óctuplo. Pode-se, portanto, falar com razão em uma ciência econômica budista.

Com freqüência, os países budistas afirmaram seu desejo de permanecerem fieis às tradições. Assim a Birmânia: "A Nova Birmânia não vê conflito entre os valores religiosos e o progresso econômico. A saúde material e o bem-estar espiritual não são inimigos: são aliados naturais" [1]. Ou então: "Podemos misturar com sucesso os valores religiosos e espirituais da nossa tradição com os benefícios da tecnologia moderna" [2]. Ou: "Nós birmaneses temos o sagrado dever de conformar os nossos sonhos e as nossas ações à nossa fé. Assim faremos sempre" [3].

Não obstante, todos estes países partem do pressuposto de que podem moldar os seus planos de desenvolvimento econômico de acordo com a economia moderna e, por isto, chamam os economistas modernos dos ditos países avançados para que dêem os conselhos necessários para formular as estratégias a seguir e para que construam o grande projeto de desenvolvimento, o plano quinquenal e semelhantes. Aparentemente, não há ninguém que pense que um modo de vida budista exija uma economia budista, da mesma forma que o modo de vida materialista moderno gerou a economia moderna.

Os próprios economistas, como a maioria dos especialistas, sofrem normalmente de uma espécie de cegueira metafísica que faz com que dêem por certo que a deles seja uma ciência baseada em verdades absolutas e imutáveis, sem nenhum pressuposto. Alguns chegam até a afirmar que as leis econômicas estão tão livres de metafísicas e de valores quanto a lei gravitacional. De qualquer forma, não é necessário empenhar-se em questões metodológicas. Em compensação, tomemos alguns dos princípios básicos e vejamos como aparecem aos olhos de um economista moderno e aos de uma economia budista.

Há universal concordância quanto ao trabalho humano ser uma fonte fundamental de riqueza. Ora, o economista moderno foi levado a reputar o trabalho ou "mão-de-obra" como pouco mais que um mal necessário. Sob o ponto de vista do empregador, é, de qualquer forma, uma parcela dos custos, a ser reduzida ao mínimo se não puder ser de todo eliminada, digamos, pela automação. Sob o ponto de vista do trabalhador, é uma 'desutilidade'; trabalhar é sacrificar seu próprio lazer e conforto, e os salários são uma espécie de compensação pelo sacrifício. Daí ser o ideal, do ponto de vista do empregador, obter produção sem empregados, e do ponto de vista do empregado, rendimento sem emprego.

As conseqüências dessas atitudes, quer na teoria como na prática são, é claro, de alcance extremamente longo. Se o ideal com relação ao trabalho é livrar-se dele, todo método que 'reduz a carga do trabalho' é bom. O método mais poderoso, abaixo da automação, é a chamada 'divisão do trabalho', e o exemplo clássico é a fábrica de alfinetes elogiada em A Riqueza das Nações [4], de Adam Smith. Não se trata aí de uma questão de especialização ordinária, mas de dividir todo processo completo de produção em parte diminutas, de modo a que o produto final possa ser produzido a grande velocidade sem que ninguém tenha de contribuir com mais do que um movimento dos membros, totalmente insignificante e, na maior parte dos casos, dispensando qualquer treinamento ou qualificação.

O ponto de vista budista considera a função do trabalho como sendo no mínimo tríplice: dar a um homem a oportunidade de utilizar e desenvolver suas faculdades; possibilitar-lhe a superação de seu egocentrismo, unindo-se a outras pessoas em uma tarefa comum; e gerar os produtos e serviços necessários a uma existência digna. Uma vez mais, são infinitas as conseqüências que decorrem dessa concepção. Organizar o trabalho de maneira que se torne desprovido de significado, maçante, embrutecedor ou irritante para o trabalhador seria uma atitude quase criminosa; indicaria maior interesse nos bens que nas pessoas, uma terrível falta de compaixão e um grau de apego, espiritualmente nocivo, ao lado mais primitivo desta existência mundana. Igualmente, sonhar com o lazer como alternativa para o trabalho seria julgado uma completa incompreensão de uma das verdades básicas da existência humana, qual seja a do trabalho e o lazer serem partes complementares do mesmo processo vital e não poderem ser separadas sem destruir a alegria do trabalho e a satisfação do lazer.

Do ponto de vista budista, há pois dois tipos de mecanização que devem ser claramente distinguidos: um que realça a habilidade e o poder do homem e outro que transfere o trabalho do homem para um escravo mecânico, deixando o homem na posição de servir ao escravo. Como distinguir um do outro?

'O próprio artesão', diz Ananda Coomaraswamy, um homem igualmente competente para falar tanto do Ocidente moderno quanto do antigo Oriente, 'pode sempre, se lhe for permitido, traçar uma distinção delicada entre a máquina e a ferramenta. O tear de tapeçaria é uma ferramenta, um dispositivo para manter esticados os fios da urdidura em torno da qual os dedos do artesão tecerão a peça; o tear mecânico, porém, é uma máquina, e seu significado como destruidor de cultura reside no fato de executar a parte essencialmente humana do serviço' [5].

É claro, por conseguinte, que a economia budista tem de ser muito diferente da economia do moderno materialismo, já que o budismo vê a essência da civilização não na multiplicação de necessidades, mas na purificação do caráter humano. O caráter, ao mesmo tempo, é formado sobretudo pelo trabalho do homem. E, o trabalho, apropriadamente conduzido em condições de dignidade e liberdade humanas, abençoa aos que o executam e igualmente a seus produtos. O filósofo e economista indiano J.C.Humarappa resume o tema assim:

"Se a natureza do trabalho é adequadamente apreciada e aplicada, está relacionada com as faculdades superiores da mesma forma que o alimento face ao corpo físico. Ele nutre e vivifica o homem superior e incita-o a produzir o melhor de que é capaz. Dirige sua vontade livre para canais progressistas. Fornece um excelente pano de fundo para o homem exibir sua escala de valores e aperfeiçoar sua personalidade." [6]

Se um homem não tem oportunidade de arranjar trabalho, fica em posição desesperada, não simplesmente por lhe faltar uma renda, mas por carecer desse fator nutritivo e vivificante do trabalho disciplinado que nada pode substituir. Um economista moderno pode empenhar-se em cálculos altamente elaborados para saber se o pleno emprego 'compensa' ou se seria mais 'econômico' dirigir uma economia abaixo do pleno emprego de maneira a assegurar maior mobilidade de mão-de-obra, maior estabilidade salarial, e assim por diante. Seu critério fundamental de sucesso é simplesmente a quantidade total de bens produzidos em dado período de tempo. 'Se o impulso marginal por bens é baixo', diz o Professor Galbraith em The Affluent Society, ' também o é, então, o de empregar o último homem ou o último milhão de homens na força de trabalho' [7]. E adiante: 'Se... podemos permitir-nos algum desemprego no interesse da estabilidade - uma proposta, diga-se de passagem, de antecedentes impecavelmente conservadores - então podemos permitir-nos dar aos desempregados os bens que os habilitem a sustentar seu habitual padrão de vida'.

De um ponto de vista budista, isso corresponde a virar a verdade de cabeça para baixo por se considerarem os bens mais importantes do que as pessoas e o consumo mais importante do que a atividade criadora. Significa passar a ênfase do trabalhador para o produto do trabalho, isto é, do humano para o subumano, uma rendição ante as forças do mal. O início mesmo do planejamento econômico budista seria um planejamento para pleno emprego e a finalidade principal disso seria, de fato, emprego para todos os que precisem de um emprego 'fora': não seria a maximização do emprego nem da produção. As mulheres, em geral, não precisam de um emprego 'fora', e o emprego em grande escala de mulheres em escritórios ou fábricas seria considerado sinal de grave insucesso econômico. Em particular, deixar mães de filhos pequenos trabalharem em fábricas enquanto as crianças ficam largadas seria tão antieconômico aos olhos de um economista budista quanto empregar um operário especializado como soldado aos olhos de um economista moderno.

Enquanto o materialista está sobretudo interessado em bens, o budista o está em libertação. Mas o budismo é o 'Caminho do Meio' e, assim, de maneira alguma antagoniza o bem-estar físico. Não é a riqueza que atrapalha a libertação, porém, o apego à riqueza; não a fruição de coisas agradáveis, mas o desejo exagerado delas. A tônica da economia budista, portanto, é simplicidade e não-violência. Do ponto de vista de um economista, a maravilha do estilo de vida budista é a racionalidade absoluta de seu modelo - meios espantosamente reduzidos levando a resultados extraordinariamente satisfatórios.

Para o economista moderno isso é bastante difícil de entender. Ele está acostumado a medir o 'padrão de vida' pela quantidade de consumo anual, supondo sempre que um homem que consome mais está 'em melhor situação' do que outro que consome menos. Um economista budista consideraria esse enfoque extremamente irracional: como o consumo é simplesmente um meio para o bem-estar humano, a meta deveria ser obter o máximo de bem-estar com o mínimo de consumo. Assim, se a finalidade das roupas é uma certa dose de conforto térmico e uma aparência atraente, a tarefa consiste em atingir esta finalidade com o mínimo esforço possível, isto é, com a menor destruição anual de tecido com a ajuda de desenhos que acarretem o mínimo possível de esforço. Quanto menos esforço houver, tanto mais tempo e vigor restarão para a criatividade artística. Seria altamente antieconômico, por exemplo, ir atrás de um trabalho de alfaiataria complicado, como no moderno Ocidente, quando se pode chegar a resultado muito mais bonito com o planejamento de tecidos não recortados. Seria o auge da loucura fazer pano que se desgastasse depressa e o auge da barbárie fazer qualquer coisa feia, esmolambada ou medíocre. O que acaba de ser dito a respeito de roupa aplica-se igualmente a todas as outras necessidades humanas. A posse e o consumo de bens é um meio para se chegar a um fim, e a economia budista é o estudo sistemático de como alcançar determinados fins com recursos mínimos.

A economia moderna, pelo contrário, considera o consumo como o único fim e propósito de toda a atividade econômica, tomando como meios os fatores de produção: terra, trabalho e capital. Aquela, em suma, procura maximizar as satisfações humanas pela otimização do modelo de consumo, enquanto esta tenta maximizar o consumo pela otimização do modelo de esforço produtivo. É óbvio que o esforço necessário para sustentar um estilo de vida que visa a atingir a otimização do modelo de consumo tende a ser bem menor do que o necessário para sustentar uma tendência para consumo máximo. Não devemos ficar surpresos, pois, que a pressão e a tensão de viver sejam muito inferiores, digamos, na Birmânia, do que o são nos Estados Unidos, a despeito do fato de que a quantidade de maquinaria destinada a poupar mão-de-obra usada naquele país ser uma fração ínfima da usada no outro.

Simplicidade e não-violência estão, é claro, intimamente ligadas. A otimização do modelo de consumo, ocasionando acentuado grau de satisfação humana graças a um índice de consumo relativamente baixo, permite às pessoas viverem sem grande pressão e tensão, e satisfazerem o primeiro ensinamento budista: 'Pare de fazer o mal, tente fazer o bem'. Como os recursos físicos são limitados em toda parte, as pessoas que satisfazem suas necessidades por meio de um modesto uso de recursos têm evidentemente menor probabilidade de fazerem-se concorrência ruinosa do que as que dependem de um índice elevado de recursos. As pessoas que vivem em comunidades altamente auto-suficientes, com recursos locais, também são menos inclinadas a envolver-se em violência em grande escala do que pessoas cuja existência depende de sistemas mundiais de comércio.

Do ponto de vista da economia budista, por esse motivo, a produção com recursos locais para as necessidades locais é o meio mais racional de vida econômica, enquanto a dependência de importações de pontos remotos e a consequente exigência de produzir para exportar para povos desconhecidos e distantes é altamente antieconômica, justificando-se somente em casos excepcionais e em pequena escala. Tal como o moderno economista admitiria que um alto índice de consumo de serviços de transporte entre a casa de um homem e seu local de trabalho significa uma desgraça e não um padrão de vida elevado, também um economista budista alegaria que satisfazer as necessidades humanas com fontes distantes em vez de fontes próximas significa insucesso em vez de sucesso. O primeiro tende a encarar estatísticas que revelam aumento do número de toneladas/quilômetros per capita da população usuária do sistema de transporte de um país como prova de progresso econômico, ao passo que para o segundo - o economista budista - as mesmas estatísticas apontariam uma deterioração extremamente indesejável no modelo de consumo.

Outra diferença notável entre a economia moderna e a budista surge a propósiuto do uso de recursos naturais. Bertrand de Jouvenel, o eminente filósofo político francês, caracterizou o 'homem ocidental' em palavras que podem ser tomadas como uma descrição justa do moderno economista:

"Ele tende a não computar coisa alguma como dispêndio, exceto o esforço humano; não lhe parece importar quanta matéria mineral desperdiça e, pior ainda, quanta matéria viva destrói. Não parece dar-se conta absolutamente de que toda vida humana depende de um ecossistema de muitas diferentes formas de vida. Como o mundo é governado de cidades onde os homens se acham desligados de qualquer outra forma de vida que não a humana, o sentimento de pertencer a um ecossistema não é revivido. Isso resulta em um tratamento implacável e imprevidente de coisas das quais em última análise dependemos, tais como a água e as árvores." [8]

O ensinamento de Buda, pelo contrário, recomenda uma atitude reverente e não-violenta não só para com todos os seres sensíveis como também, com grande destaque, para as árvores. Todo seguidor de Buda deve plantar uma árvore periodicamente e cuidar dela até estar firmemente assentada, e o economista budista pode demonstrar sem esforço que a observação universal dessa regra teria como resultado um índice elevado de desenvolvimento econômico genuíno, independente de qualquer auxílio estrangeiro. Grande parte da decadência econômica do sudeste da Ásia (assim como de muitas outras partes do mundo), deve-se indiscutivelmente ao insensato e vergonhoso descuido com as árvores.

A economia moderna não distingue entre materiais renováveis, já que seu próprio método é igualar e quantificar tudo por intermédio de um preço em dinheiro. Assim, tomemos vários combustíveis alternativos, como carvão, petróleo, madeira ou força hidráulica: a única diferença entre eles, reconhecida pela economia moderna, é o custo relativo por unidade equivalente. O mais barato é automaticamente o preferido, pois fazer o contrário seria irracional e 'antieconômico'. De um ponto de vista budista, é claro, isso não serviria; a diferença essencial entre combustíveis não-renováveis como carvão e petróleo, de um lado, e os renováveis como madeira e força hidráulica, do outro, não pode simplesmente ser menosprezada. Bens não-renováveis só devem ser usados se indispensáveis, e somente com o maior cuidado e a mais meticulosa preocupação com a conservação. Usá-los imprudente ou extravagantemente é um ato de violência, e conquanto a não-violência total talvez não seja alcançável nesta terra, o homem tem, não obstante, o dever iniludível de visar ao ideal da não-violência em tudo o que faça.

Tal como um moderno economista europeu não consideraria uma grande pobreza econômica o fato de todos os tesouros da arte européia serem vendidos aos Estados Unidos por preços atraentes, também o economista budista insistiria em que uma população cuja vida econômica se baseia em combustíveis não-renováveis estaria vivendo parasitariamente do capital em vez de viver do rendimento. Um estilo de vida assim não poderia ter permanência e só poderia ser justificado, dessa forma, como um expediente meramente temporário. Como os recursos mundiais de combustíveis não-renováveis - carvão, petróleo e gás natural - são distribuidos de forma extremamente desigual pelo globo e sem dúvida limitados em quantidade, é claro que sua exploração a uma velocidade cada vez maior é um ato de violência contra a natureza que leva quase inevitavelmente à violência entre os homens.

Esse fato, só por si, poderia ser motivo de reflexão até para aquelas pessoas de países budistas que não ligam para os valores religiosos e espirituais de seus antepassados e desejam ardentemente abraçar o materialismo da moderna economia o mais depressa possível. Antes de afastarem a economia budista como nada mais que um sonho nostálgico, talvez lhes convenha considerar se o curso do desenvolvimento econômico traçado pela economia moderna é suscetível de levá-los aos lugares onde realmente querem estar. Quase no fim de seu corajoso livro The Challenge of Man's Future, o professor Harrison Brown, do Instituto Tecnológico da Califórnia, faz a seguinte apreciação:

"Vemos, pois, que, tal como a sociedade industrial é fundamentalmente instável e sujeita à reversão à existência agrária, também em seu interior as condições que oferecem liberdade individual são instáveis em sua capacidade para evitar as condições que impõem organização rígida e controle totalitário. De fato, quando examinamos todas as dificuldades previsíveis que ameaçam a sobrevivência da civilização industrial, é difícil ver como podem ser compatibilizadas a consecução da estabilidade e a manutenção da liberdade individual." [9]

Ainda que se rejeitasse isso, como uma opinião a longo prazo, há a questão imediata de saber se a 'modernização', tal como praticada presentemente, sem levar em conta os valores religiosos e espirituais, está realmente produzindo resultados agradáveis. Na medida em que se refere às massas, os resultados apresentam-se desastrosos - um colapso da economia rural, uma maré ascendente de desemprego na cidade e no campo, e o crescimento de um proletariado urbano sem alimento para o corpo ou para a alma.

É a luz tanto da experiência imediata quanto das perspectivas a longo prazo que o estudo da economia budista poderia ser recomendado ainda aos que crêem ser o crescimento econômico mais importante do que quaisquer valores espirituais ou religiosos. Pois não se trata de escolher entre 'crescimento moderno' e 'estagnação tradicional'. É uma questão de saber qual a trilha certa para o desenvolvimento, o Caminho do Meio entre a indiferença materialista e a imobilidade tradicionalista, em suma, de encontrar a 'Subsistência Correta'.

_____________________________

[1] The New Burma, Economic and Social Board, Government of the Union of Burma, 1954.

[2] Ibidem.

[3]
Ibidem.

[4] A. Smith, An Inquiry into the Creations and Causes of the Wealth of Nations, curador Cannan, Londres, 1904 (edição original 1776).

[5] A. K. Coomaraswamy, Art and Swadeshi, Madras, Ganesh & Co.

[6] J. C. Kumarappa,
Economy of Permanence, Rajghat, Kashi Sarva-Seva Sangh Publication, 1958.

[7]
J. K. Galbraith, The Affluent Society, Boston, Houghton, 1958.

[8]
R. B. Gregg, A Philosophy of Indian Economic Development, Ahmedabad, Navajivan Publishing House, 1958.

[9] H. Brown, The Challenge of Man's Future, New York, The Viking Press, 1954.


* Este texto foi publicado pela primeira vez no volume Asia: A Handbook, organizado por Guy Wint e publicado em Londres em 1966. Foi reimpresso por Jonh Papworth na edição de janeiro/fevereiro de 1968 da revista británica Resurgence (Vol. I, N. 11). Em 13 de agosto de 1969, Henry Geiger deu ao ensaio a sua primeira edição norte-americana, no boletim Manas (Vol. XXII, N. 33). Em 1973, foi inserido por Ernest Friedrich Schumacher na coletânea de ensaios Small is Beautiful: Economics As If People Mattered, publicada no Brasil com o título O Negócio é Ser Pequeno: Um Estudo de Economia que Leva em Conta as Pessoas (Círculo do Livro, 1973. Tradução: Octávio Alves Velho). Este livro foi traduzido em 27 idiomas e, em 1995, foi considerado pelo Suplemento Literário do diário británico Times um dos cem livros mais influentes escritos depois da Segunda Guerra Mundial.

Para ler a versão original em inglês do texto, com o título de Buddhist Economics, clique aqui.

O ensaio é disponibilizado pela E. F. Schumacher Society em 15 línguas. Para acessar estas versões, clique aqui.



Poste um comentário
e divida seu insight e suas considerações sobre o texto.

Clique aqui e veja outros Textos Clássicos do Budismo Engajado

Clique aqui e volte à página Reflexões sobre o Budismo Engajado

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

Maria Vitória Dorta
vidresk@yahoo.com.br

Sou natural de Maceió, Alagoas. Professora aposentada da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), tenho Mestrado em Educação e Especialização em Línguas Estrangeiras. Sou praticante do Budismo Tibetano Vajrayana.

Divorciada e com dois filhos adultos, tenho muito tempo livre disponível e liberdade de ação. Às vezes sinto que poderia utilizar meu tempo de um modo mais benéfico para todos os seres e quando tive conhecimento da Rede Brasileira de Budistas Engajados senti que poderia ser uma oportunidade de passar da vontade à ação. Por isto, dei a minha adesão entusiasta ao projeto e me dispus a colaborar com alguma coisa que estiver ao meu alcance.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

Leonardo Lauria
leonardolauria@gmail.com

Praticante do Dharma, brasileiro, tradutor, atualmente residindo em Salvador, Bahia.

Aluno e tradutor da Ven. Bhikkuni Zamba Chözom (Ani-La) e membro da Associação Visão de Dipamkara, projeto espiritual-social de Ani-La, sediado em Mucugê, Chapada Diamantina, Bahia.


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS - PESSOAS

Emmanuel Toku Jyo
emmanuel.martins@gmail.com

Sou Emmanuel W. Martins, nome no Dharma Emmanuel Toku Jyo, tenho contato com o budismo Zen da escola Soto desde 1983, quando fui discípulo do monge Tokuda-Igarashi. Atualmente, sou discípulo de Monja Simone Keisen em Ouro Preto e Belo Horizonte, Minas Gerais.

Graduei-me em Engenharia Química na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1985 e mestrei-me em Engenharia Sanitária, na mesma universidade, em 1988. Sou estudante de Medicina da UFMG com graduação prevista em julho de 2008. Trabalho na ANVISA -Agência Nacional de Vigilância Sanitária e lido com inspeção sanitária em indústrias de produtos de interesse da saúde. Leciono em uma faculdade privada "Políticas de Saúde" e "Epidemiologia". Meus hobbies são o cinema europeu e asiático, a leitura de não ficção e apreciar artes plásticas. Tenho 45 anos, sou divorciado, moro em Belo Horizonte e tenho um filho adulto e independente.

Meu interesse pelo projeto da Rede Brasileira de Budistas Engajados deve-se à minha identificação com o ideal Mahayana da presença constante, entre nós, dos Bodisatvas que ajudam todos os seres no caminho da iluminação. Esta presença dos Bodisatvas no mundo "até que o último ramo de grama se ilumine" me deixa emocionado. Já que seres iluminados estão nos ajudando em tempo integral, porque nós, ainda perdidos no mundo do Ego, também não podemos fazer a nossa parte?


Clique aqui e volte à lista das pessoas filiadas.

Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

sábado, 26 de maio de 2007

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS

ENTIDADES E SANGHAS

Organizações-não-governamentais e projetos

Coletivo Quan An de Promoção da Liberdade, a Igualdade e a Solidariedade entre Todos os Seres. (Natal, Rio Grande do Norte. Caráter: Nacional).

Associação e Projeto Visão de Dipamkara. (Chapada Diamantina, Bahia. Caráter: Local).

Sanghas

Sangha de Ani-La (Ven. Bhikkuni Zamba Chözom). Chapada Diamantina, Bahia.

Sangha de Natal ligada à Ordem do Interser de Thich Nhât Hanh. Natal, Rio Grande do Norte.

Sangha de Budismo Vajrayãna Tibetano (Linhagem Nyingma) do Chagdud Gonpa Ieshe Tso. Natal, Rio Grande do Norte.


Clique aqui e veja a lista das pessoas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com

MEMBROS DA REDE BRASILEIRA DE BUDISTAS ENGAJADOS

PESSOAS

Antonino Condorelli

Vanessa de Castro Rosa

Emmanuel Toku Jyo

Leonardo Lauria

Paulo Stekel (Danea Tage)

Maria Vitória Dorta

Moisés de Melo Santana

Sávio Raeder

Afonso Leal


Marilda Quintino Magalhães

João de Holanda

Fabrício César Moura Barbosa

Antônio Carlos Rocha (Hakuan)

Sérgio de Castro

Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo

Geralda Lopes de Freitas Xavier (Amor Estável e Profundo do Coração)

José Marcos Lopes

George Wilson dos Santos Sturaro


Clique aqui e veja a lista das entidades e sanghas filiadas.

Volta à página da Rede Brasileira de Budistas Engajados: http://budistasengajados.blogspot.com